Mostrando postagens com marcador Rock rio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rock rio. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Rihanna cancela show no Rock In Rio.



A organização do Rock in Rio Madrid informou, nesta segunda-feira (2), que Rihanna cancelou sua apresentação no evento. A estrela subiria no palco do festival na próxima quinta-feira (5).

O falecimento de Clara Brathwaite, avó da cantora, é o motivo pelo qual a popstar decidiu não participar do evento. A matriarca da família Brathwaite morreu vítima de câncer, no último domingo (1º). A estrela divulgou várias fotos pelo Twitter, onde contou com o apoio dos fãs.

A organização do festival pretende anunciar em breve a atração que substituirá Rihanna. A devolução dos ingressos pode ser feita nos pontos de venda do “El Corte Inglês”.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Rock In Rio passará pela Argentina em 2013!


Depois de passar pelo Brasil após 10 anos afastado do país, o Rock in Rio volta a excursionar pelo mundo.

O local escolhido agora foi a casa dos nossos vizinhos hermanos, Buenos Aires, na Argentina, que recebe o festival pela primeira vez em 2013.

A notícia foi dada pelo próprio idealizador da festa, Roberto Medina, por meio de comunicado oficial.

“Os argentinos, dentre os povos da América Latina, são dos mais apaixonados pela música e em especial o rock. Além disso, a marca Rock in Rio é muito conhecida no país e sempre esteve muito presente em seus 27 anos de história”, afimou.

Ainda não foram divulgadas mais informações sobre datas nem ingressos. Só se sabe até agora que o festival será promovido no antigo Parque da Cidade, a 15 minutos da capital.

O local, que possui 200 mil metros quadrados, receberá 100 mil pessoas por dia.

Vale lembrar que o Rock in Rio também será realizado no Brasil em 2013. As datas já foram inclusive escolhidas: 3, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2013.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Rock in Rio: veja como foi a última noite do festival




Os cariocas do Detonautas abriram a última noite de shows do Rock in Rio. Com uma máscara idêntica a do personagem Guy Fawkes, de "V de Vingança", Tico Santa Cruz disparou críticas a corrupção. O principal alvo do discurso foi José Sarney e seu aliado, Magno Bacelar. O deputado recentemente criticou o público do festival, denominando-os "drogados e maconhados". A defesa de Tico causou um grande coro de vaias "anti-Sarney". O show seguiu com a apresentaçã de alguns dos sucessos do grupo, como "Olhos Certos" e "Quando O Sol Se For". Um dos pontos altos da performance foi o cover de "Metamorfose Ambulante", clássico de Raul Seixas. A plateia também se animou durante a execução de um trecho de "Smells Like Teen Spirit", do Nirvana. O grupo encerrou os 40 minutos de show com a faixa "Outro Lugar". A banda não decepcionou, mas também esteve longe de ser a performance mais brilhante de um artista nacional no evento.



Pitty subiu ao Palco Mundo do Rock in Rio e fez questão de manter o foco da apresentação nos hits emplacados ao longo da carreira. Por volta das 20h, a música "Anacrônico" começou a ecoar nas caixas de som da Cidade do Rock e assim deixou claro que os próximos minutos seriam de pura adrenalina com altas dosagens de atitude. Faixas como "Admirável Chip Novo" e "Pulsos" fizeram com que a galera realmente estivesse em espetáculo de rock. A balada "Equalize" entrou para o time de músicas que ao longo do evento fizeram o tradicional momento 'mãos pra cima e refrão cantando em uma só voz'. Com um trecho de "Smells Like Teen Spirit", a roqueira baiana prestou merecida reverência ao Nirvana. Já a dupla Roberto Carlos e Erasmo também foi homenageada com a versão do quarteto para a clássica "Se Você Pensa". Desde que despontou no cenário musical, Pitty vem mostrando a força feminina no rock nacional. No Rock in Rio IV, ela apenas confirmou, mais uma vez, que é uma realidade roqueira na música brasileira.


 
 
Faltando aproximadamente uma semana para lançar disco novo, o Evanescence fez o show de estreia da turnê de retorno no Rock in Rio. O grupo aproveitou o público já aquecido pela performance de Pitty, e abriu a apresentação com seu novo single "What You Want". A banda arriscou e baseou o show em faixas do novo disco, ainda desconhecidas pelo público. A reação do público foi morna, mas grande parte dos jovens presentes se mostravam animados com a presença da vocalista Amy Lee. Empolgação digna de um show de rock aconteceu apenas durante as faixas familiarizadas com o ouvido da galera. Durante "Going Under", "Bring Me To Life" e "Call Me When You Are Sober" os fãs vibraram e aplaudiram estusiasmados. Amy Lee também conseguiu comover muita gente quando sentou ao piano para cantar o hit "My Immortal". Apesar da pouca empolgação do público com as canções inéditas, a combinação vocal de Amy com guitarras pesadas garantiram a atenção da plateia. O quinteto americano poderia ter feito uma apresentação memorável, mas a escolha de um repertório teoricamente inédito comprometeu a sintonia com o público.


 
 
Com um público repleto de fãs que aguardavam há anos a visita do grupo ao Brasil, o System Of A Down foi recebido com entusiasmo. O grupo subiu ao Palco Mundo e iniciou o seu concerto com "Prison Song", que graças ao peso da guitarra de Daron Malakian agradou até quem não era tão fã do grupo. Nem mesmo os problemas técnicos no som, agravados pela condição climática, desanimaram os presentes e muito menos o quarteto. O repertório foi idêntico ao show feito um dia antes, em São Paulo. Em pouco menos de duas horas, 29 canções foram apresentadas. As pesadas "B.Y.O.B.", "Chop Suey!", e "Toxicity" foram alguns dos pontos altos do show. Para esfriar os ânimos, o grupo apresentou "Lonely Day", mas logo convidou todos a se animarem denovo com a empolgante "Bounce". Conhecido pelo ativismo político, o vocalista Serj Takian se mostrou engajado na defesa dos índios brasileiros contra projetos desenvolvimentistas, em clara referência a construção hidrelétrica de Belo Monte. Sem firulas e grandes decorações no palco, os armeno-americanos encerraram com "Toxicity" e "Sugar", acompanhados pela comoção dos fãs. O SOAD deixou bem claro que os fãs não perderam voto ao colocá-los em primeiro lugar em uma enquete, que foi aberta no site oficial do festival, para indicar o artista que o público mais gostaria de ver no Rock in Rio.


 
 
O último show do Rock in Rio começou sob forte chuva. Após mais de uma hora de atraso e boatos de cancelamento, o Guns N' Roses finalmente subiu ao Palco Mundo e fez uma performance que durou mais de duas horas. Usando chapéu, bandana e uma grossa capa amarela, Axl Rose iniciou a apresentação com "Chinese Democracy". O vocalista saudou o público e brincou ao dizer "Boa noite, bom dia". Em seguida, vieram clássicos do grupo como "Welcome To The Jungle" e "It's So Easy". A execução de "Live And Let Die" aconteceu com a tradicional explosões de fogos. A chuva não deu trégua e com um palco cheio de poças d'água, Axl ocasionalmente aproveitava longos solos dos integrantes da banda para sair de cena e possivelmente evitar tombos. Cansada e molhada, boa parte da plateia deixava a Cidade do Rock já na metade do show. Mesmo assim, não foram poucos os momentos em que o grupo conseguiu aplicar doses maiores de empolgação na galera. Faixas como "Sweet Child O'Mine", "You Could Be Mine", "Knocking On Heaven's Door" e "Estranged" foram tocadas com mais entusiasmo do que as anteriores. Em "November Rain", Axl fez trocadilhos com a letra e o clima, como em "in a cold brazilian rain". O bis veio com mais descontração: durante "Patience", o vocalista saiu de cena e disse que precisava ir ao banheiro e que não tinha mais paciência. Quando Rose voltou ao palco, a canção "Paradise City" foi tocada. Debaixo de chuva, as 5h da madrugada, a quarta edição brasileira do Rock in Rio chegou ao fim. Apesar das falhas e da falta de pique do grupo, quem ficou para assistir o fim do show parecia satisfeito com o carisma único de Axl Rose.

domingo, 2 de outubro de 2011

Rock in Rio 2013 - CONFIRMADÍSSIMO


 
Após quase 100 horas de diversão ao longo de sete dias, o público que começava a se sentir órfão  do Rock in Rio pode comemorar a confirmação de uma nova edição do maior  festival de música e entretenimento do mundo – e o melhor, com data marcada. Em setembro de 2013, o Rock in Rio retorna ao Parque Olímpico Cidade do Rock, área de 150 mil m2 cedida pela Prefeitura do Rio de Janeiro e que servirá como parque de lazer dos atletas durante os Jogos Olímpicos de 2016.
A prévia da pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) ao longo do primeiro fim de semana, com 89% do público presente no evento afirmando que retornaria em outras edições, mostrava o sucesso do Rock in Rio. O comprometimento das marcas investidoras é outro dos indicadores. A organização confirma a edição de 2013 com seu patrocinador master fechado: o Itaú, que pela segunda edição consecutiva investirá no festival. Além deste, quatro cotas de patrocinadores também estão garantidas: Heineken, Trident, Club Social e Sky. A TV Globo mais uma vez será media partner, realizando toda a cobertura oficial do Rock in Rio. O prestígio alcançado pelo evento nos últimos anos é resultado de um modelo de comunicação que enxerga além do palco, com a preocupação de oferecer diversas oportunidades de negócios para as marcas ligadas ao evento; suporte profissional, pessoal e tecnológico aos artistas; conforto; serviços; e produtos para o público por preços justos, além do compromisso com as cidades-sede e desenvolvimento de ações concretas com foco social e ambiental.
O Rock in Rio 2013 será realizado em um momento promissor, às vésperas da Copa do Mundo de 2014.A organização do evento acredita que a edição contribuirá mais uma vez na avaliação e no aperfeiçoamento das condições logísticas e operacionais da cidade para a realização de grandes eventos. Até , aparelhagens públicas como o metrô e as BRTs estarão funcionando, garantindo ainda mais infraestrutura.
Mais do que um festival de música, o Rock in Rio é um projeto de comunicação com forte apelo social, contribuindo para a geração de empregos, movimentando a economia, impulsionando o turismo e projetando de forma positiva a imagem da cidade onde é realizado para todos os cantos do planeta. A força de sua história e marca são claras. No total, são 10 edições já realizadas – Brasil (1985, 1991, 2001 e 2011), Portugal (2004, 2006, 2008 e 2010) e Espanha (2008 e 2010) – e cerca de 6 milhões de espectadores, somando a edição de 2011. Em sua primeira edição, em 1985, o Rock in Rio impulsionou a indústria do show business no Brasil ao inserir o país na rota dos grandes astros internacionais, como Queen e AC/DC, e marcou a história da música ao abrir espaço para bandas que viriam a se tornar alguns dos mais celebrados nomes da rock brasileiro, como Os Paralamas do Sucesso e Barão Vermelho.
Em 2011, em seu retorno ao Rio de Janeiro após dez anos e amadurecido, carregando na bagagem a experiência adquirida com a realização de seis edições internacionais, o Rock in Rio, assim como fez em 1985, marca mais uma vez o país ao introduzir um conceito totalmente inovador de festival, um verdadeiro complexo de entretenimento que atende às preferências de diversos públicos.Em seis dias desta edição, 600 mil pessoas assistiram e se emocionaram com as apresentações dos Palcos Mundo e Sunset e Eletrônica, se encantaram com as diversas manifestações artísticas na Rock Street e se divertiram nos brinquedos espalhados pela Cidade do Rock. Ainda são aguardadas mais 100 mil visitantes neste domingo, último dia do evento. Até a noite de sexta-feira (30), cerca de 24 mil pessoas tinham passado pela Roda Gigante do Itaú e da Prefeitura, quase 21 mil pela Montanha Russa da Chilli Beans, em torno de 4 mil pela Tirolesa da Heineken e cerca de 7 mil pelo Free Fall do Bis. Segundo dados da Riotur, a estimativa de impacto econômico do Rock in Rio para a Cidade do Rio de Janeiro nesta edição de 2011 é de cerca de U$ 419 milhões.
Das 700 mil pessoas que compraram ingressos para o Rock in Rio, 45% correpondem a turistas de fora do estado e 55% ao público do Rio de Janeiro (cariocas e região metropolitana).  Nas redes sociais, os números do festival também impressionam. O Rock in Rio é hoje o maior festival de música e entretenimento do mundo nas redes, ultrapassando Coachella (EUA) e Glastonbury (Inglaterra). Até a manhã deste domingo (2), o impacto causado pelo Rock in Rio em mídias sociais atingiu 150 milhões de pessoas. No total são 4,5 milhões de seguidores nas redes sociais do evento, 6,5 milhões de exibições de fotos e 4,5 milhões de visitantes únicos do início do festival até este domingo.
Antes de aterrissar mais uma vez no Rio de Janeiro, o Rock in Rio realizará duas outras edições em 2012 em Lisboa e Madri, nos meses de maio e junho, respectivamente. Há ainda a expectativa de que, além do Brasil, outro país da América Latina receba uma edição do Rock in Rio em 2013. Uma grande campanha internacional do Rock in Rio, com foco na América Latina foi realizada este ano no México, Argentina e Colômbia. A ação convocou o público a participar de uma votação para escolher o próximo país sede do evento. Na enquete realizada no site oficial do Rock in Rio, o México saiu na frente com 44,32% dos mais de 560 mil votos. A disputa foi acirrada. A Colômbia ficou logo atrás, por uma pequena diferença, com 44,2%. Já a Argentina teve 11,48%.

sábado, 1 de outubro de 2011

Rock in Rio: confira o que rolou na quinta noite do evento















Quando os ponteiros do relógio marcavam 19h da última sexta-feira (30), o carioca Marcelo D2 subiu ao Palco Mundo com seu hip-hop misturado com samba. 'Jogando em casa', o rapper disparou uma série de hits consagrados ao longo de toda a sua carreira como "A Procura da Batida Perfeita", "1967" (dos tempos do Planet Hemp) e "Qual É?", que fechou a apresentação com direito a um coro animado da galera. D2 ainda contou a presença de seu filho Stephan e dos amigos Helinho (vocal da banda Ponto de Equilíbrio) e Fernandinho Beat Box. Este roubou a cena ao fazer uso da arte que lhe dá o sobrenome e executou trechos de clássicos do rock como "Another One Bites the Dust" (Queen), "Smoke On the Water" (Deep Purple) e "Sunday Bloody Sunday" (U2). Ao longo da apresentação, imagens de pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro foram exibidas no telão, que também mostrava o nome de cada música que era tocada. D2 teve seu pedido atendido pelo o público, que fez 'muito barulho', como sempre costuma ser em shows do artista.


 
Na sequencia foi a vez dos mineiros do Jota Quest assumir o Palco Mundo. O quinteto fez uma energética apresentação que revistou muito bem os seus 15 anos de carreira. A canção "É Preciso (A Próxima Parada)" foi a escolhida para começar o show e logo na segunda música, "Na Moral", a plateia já estava entregue, cantando junto e jogando as mãos para o alto. A cada hit que a banda tocava, a galera mostrava uma reação de causar inveja e preocupação em muitas das atrações internacionais que participaram da quarta edição do Rock in Rio. Na música "Só Hoje", Rogério Flausino abandonou o microfone e deixou que o público cantasse os versos da letra da canção em seu lugar. Perto do final do show, o Jota tocou "De Volta ao Planeta dos Macacos", que contou com imagens de políticos brasileiros ilustrando o telão ao fundo do palco, entre eles os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula. Antes de sai do palco, Rogério pulou a grade que separa o público do palco e foi saudar alguns dos 100 mil presentes. Fecharam o show com "Do Seu Lado" e de alma lavada, os rapazes de Belo Horizonte saíram do festival de cabeça erguida.


 
Por volta das 21h55, subiu ao Palco a cantora Ivete Sangalo, que com seu tradicional carisma transformou a Cidade do Rock e um verdadeiro trio elétrico. Apesar de já ter se apresentado nas versões europeias do Rock in Rio, esta foi a primeira vez que Sangalo cantou em uma edição brasileira do festival. Ivete conversou, dançou, cantou e como nunca conduziu bem a plateia. Para animar a festa, a musa do axé desfilou seus hits consagrados como "Acelera Aê", "Cadê Dalila?" e "Sorte Grande (Poeira)". Para agradar os 'roqueiros de plantão' a baiana interpretou a música "More Than Words", balada clássica da banda de hard rock Extreme. A música black da banda The Commodores também foi homenageada através da canção "Easy". Com sua apresentação, Ivete mostrou ser possível a existência de axé music em festival de rock sem necessariamente ter vaias.


 
O show do roqueiro norte-americano Lenny Kravitz deixou bem claro que ele foi escalado para tocar em um dia errado do Rock in Rio. Apesar de contar com uma banda competente e ter no bolso uma coleção de hits, Kravitz fez uma apresentação que não contou com total troca de energia com a plateia. Canções clássicas como "American Womam", "Where Are We Running" e "It Ain't Over Till It's Over" naturalmente foram bem recebidas pelo público. Porém, não causaram impacto suficiente para fazer a festa que é um show de rock. A situação deu sinal de melhoras apenas quando o espetáculo já caminhava para o final, pois, foram tocadas as matadoras "Fly Away" e "Are you Gonna go My Way". Ao voltar para o bis, Lenny decidiu toca uma longa versão de "Let Love Rule". Na tentativa de cativar os presentes, como não poderia ser diferente, o artista desceu do palco e foi interagir com a galera. Ele abraçou fãs, pegou a bandeira brasileira e fez todos os truques que um artista internacional costuma usar para ganhar o público. Teria funcionado perfeitamente se ele tivesse tocado em outra noite do evento.


 
A colombiana Shakira fechou a noite apostando no lado mais latino de sua carreira. A musa cantou músicas como "Estoy Aqui", "Si Te Vas" e "Las de La Intuición" todas recebidas com o natural entusiamo dos fãs. Porém, ela não deixou de fora do repertório canções como "Hips Don't Lie" e "Whenever, Wherever", que contou com bailarinas brasileiras selecionadas em meio ao público e rapidamente coreografadas por Shakira. Esbanjando simpatia, a estrela falou em português com a plateia e fez questão de mostrar no palco toda a sua habilidade em conduzir um espetáculo. Com direito a dança do ventre, forma física invejável e troca de roupas, a colombiana revelou sua madura e eficiente presença de palco. Um dos momentos mais notáveis foi a execução de "Nothing Else Matters", do Metallica. Com uma roupagem flamenca, a música assumiu um tom ainda mais dramático e foi cantada em coro pelos espectadores. Outro momento memorável aconteceu no bis. Shakira contou com a participação de Ivete Sangalo e juntas cantaram "País Tropical", de Jorge Ben Jor. Com 'chave de ouro', a quinta noite do Rock in Rio foi latinamente fechada.